Ao entrar a porta do nosso estabelecimento, cada cliente constrói a sua própria realidade em função do que percebe do ambiente que o rodeia (o que vê, o que ouve, o que sente) e a representação interna que faz o seu cérebro face aquilo que os seus sentidos captam.
O cérebro arquiva, processa e interpreta a informação sensorial através daquilo a que denominamos de filtros percetuais (educação, cultura, valores, crenças, experiências, etc.). O que o cliente capta através dos sentidos, e depois interpreta no seu cérebro, determina o conceito e imagem que faz de nós enquanto profissionais, juntamente com toda a oferta de serviços que lhe oferecemos.
Quando o cliente entra numa clínica veterinária, é submetido a uma série de impactos: cores, odores, sons, uma televisão com reportagens educativas ou publicitárias, o tratamento por parte do pessoal que o atende, etc. Através dos estímulos sensoriais que voluntária, ou involuntariamente geramos, estamos a induzir uma construção cerebral que vai ser a referência que o cliente tem de nós. Esta construção vai depender dos estímulos externos que recebe, das experiências que provocamos através da relação e do trato que lhe oferecemos.