As fraturas de cotovelo constituem 43% do total das fraturas do úmero e na maioria dos casos produzem‑se como consequência de um traumatismo provocado durante uma corrida ou por uma queda (1). Este tipo de fratura tem a particularidade devido ao faco do fragmento ósseo proximal ser bastante longo e, por outro lado, o fragmento ósseo distal ser muito curto, o que faz com que, uma vez realizada a cirurgia, tenhamos um braço de alavanca muito forte sobre o foco de fratura que, em certas ocasiões, pode chegar a desestabilizar a fratura. Nestas fraturas não estão indicados os tratamentos de tipo conservador (ligaduras), mas sim a realização de uma osteossíntese através de placas, agulhas e parafusos (2), apesar de que podemos encontrar
também publicações onde se descrevem osteossíntese através de fixadores externos (3).