Displasia da tricúspide num Bulldog Francês
- 9 Outubro, 2014
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As malformações das válvulas auriculoventriculares são a alteração congénita mais comum nos gatos, representando uma percentagem inferior nos cães.
Foram efetuados numerosos estudos sobre a prevalência das cardiopatias congénitas nos cães, a maior parte deles, nos Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, Suíça e Itália.
Os defeitos mais comummente diagnosticados são: canal arterial persistente, estenose pulmonar, estenose aórtica, defeito do septo interventricular, displasia da tricúspide e tetralogia de Fallot.
A displasia da válvula tricúspide representa aproximadamente 5% das patologias congénitas que podem ser diagnosticadas.
Os cães de raça grande – Gran Danoir, Pastor Alemão, Golden Retriever, Labrador Retriever e Weimerianer, são os mais afetados por esta patologia. No Labrador Retriever, está comprovado que é hereditária, enquanto que nas restantes, apenas se suspeita que possa ser.
Entre as malformações congénitas da válvula tricúspide, existe uma variedade amplamente reconhecida na espécie humana, denominada como anomalia de Ebstein, que consiste num deslocamento apical da valva septal ou posterior da tricúspide, associado com um alargamento da valva anterior ou parietal. Esta anomalia está associada na maioria dos casos à persistência do forame oval, ou ao defeito do septo interatrial. Em veterinária, é pouco frequente em cães e muito raro em gatos.




















