No caso da pleuropneumonia suína, é muito importante diferenciar a infeção da doença. De facto, muitas explorações estão infetadas por Actinobacillus pleuropneumoniae (App) e não apresentam nenhuma evidência clínica da doença. Nos suínos portadores, App está localizada sobretudo nas amígdalas. Estes animais representam a fonte mais importante de disseminação da infeção entre as explorações suinícolas. A mistura de animais infetados com estirpes virulentas de App e de animais imunologicamente “virgens”, assim como um maneio inadequado, a presença de infeções concorrentes ou situações de stress, constituem fatores de risco elevado, responsáveis por um repentino surgimento dos sintomas mais graves da doença. A total compreensão deste princípio pode ser a chave para conseguir levar a cabo um correto controlo da doença.