Estatísticas apontam para que aproximadamente 30% da população de gatos seja de animais geriátricos, o que indica a importância crescente para o veterinário clínico do maneio adequado para estes animais (Gunn‑Moore, 2007).
Com uma esperança de vida maior do que a dos cães, os gatos caracterizam‑se por viver uma etapa geriátrica especialmente prolongada, a qual pode ser acompanhada de diferentes alterações físicas e comportamentais. Estas alterações, frequentemente, são interpretadas como algo normal durante a velhice, situação que provavelmente se acentua quando nos referimos às alterações de comportamento.
De acordo com a nossa experiência, os proprietários tendem a procurar conselhos quando as alterações da conduta interferem com o funcionamento normal da rotina familiar.
Por exemplo, se o gato os acorda durante a noite, se mostra agressividade, etc.